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Revista do Serviço Exterior Americano

Pontos principais

  • É a publicação oficial da American Foreign Service Association.
  • Surgiu do antigo American Consular Bulletin, lançado em 1919.
  • A circulação atual é de 17.500 exemplares para cerca de 35.000 leitores.
  • A mudança de nome para Foreign Service Journal ocorreu em agosto de 1951.

A Foreign Service Journal é a publicação mensal oficial da American Foreign Service Association (AFSA). A revista aborda temas de política externa e assuntos internacionais sob a perspectiva de profissionais do Serviço Exterior dos Estados Unidos e membros do establishment de política externa em Washington.

Conteúdo e Alcance

Além de análises diplomáticas, a publicação apresenta reportagens sobre a experiência de viver e trabalhar no exterior como profissional de relações internacionais. Atualmente, a revista possui uma circulação de 17.500 exemplares, alcançando aproximadamente 35.000 leitores.

Histórico de Evolução

A origem da publicação remonta à American Consular Service Association, fundada em 1918. Em março de 1919, essa organização lançou o American Consular Bulletin.

Com a promulgação do Ato Rogers de 1924, os ramos diplomático e consular do Departamento de Estado foram unificados em um único Serviço Exterior. Consequentemente, a associação consular foi substituída pela American Foreign Service Association.

A publicação mensal foi mantida, mas passou por mudanças de nomenclatura para refletir a nova estrutura: em outubro de 1924, tornou-se American Foreign Service Journal e, finalmente, em agosto de 1951, adotou o nome atual, Foreign Service Journal.

Perguntas frequentes

O que é a Foreign Service Journal?

É uma revista mensal publicada pela American Foreign Service Association que discute política externa e a vida de diplomatas americanos.

Qual a origem da revista?

A revista evoluiu do American Consular Bulletin, publicado originalmente em 1919 pela American Consular Service Association.

Como o Ato Rogers de 1924 influenciou a publicação?

O Ato Rogers unificou os serviços diplomático e consular, levando à criação da American Foreign Service Association e à subsequente alteração do nome da revista para refletir essa expansão.